O Qatar anunciou o encerramento do espaço aéreo, depois do Irão ter ameaçado instalações militares dos Estados Unidos na região, em retaliação aos ataques contra a República Islâmica.
"As autoridades competentes anunciam a suspensão temporária do tráfego no espaço aéreo do país, como parte de uma série de medidas de precaução tomadas com base nos acontecimentos na região", disse em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar, que acolhe a maior base norte-americana no Médio Oriente.
A diplomacia de Doha referiu que está a acompanhar a situação de perto e continuamente "em coordenação com os parceiros regionais e internacionais".
"O Ministério reitera que a segurança de todas as pessoas no Estado do Qatar continua a ser uma prioridade absoluta e que o Estado não hesitará em tomar as medidas preventivas necessárias a este respeito", concluiu o comunicado.
A Embaixada dos Estados Unidos no Qatar emitiu hoje um alerta aos cidadãos norte-americanos, recomendando que se recolham até novas ordens.
No domingo, Washington pediu que os cidadãos norte-americanos em todo o mundo tenham cautelas redobradas, apontando em concreto o potencial de protestos contra os Estados Unidos desde os seus ataques no Irão.
O Qatar alberga o quartel-general avançado do Comando Central dos Estados Unidos, e a Base Aérea de Al-Udeid, construída em 1996, sendo a maior em termos de efetivos entre todas as que Washington utiliza na região.
A Embaixada norte-americana no Bahrein, país usado estrategicamente pela Quinta Frota e pelo Comando Central das Forças Navais da Marinha, ordenou que alguns funcionários trabalhem remotamente "devido ao aumento das tensões regionais".
No domingo, a representação norte-americana no Líbano também tinha indicado que mandou retirar pessoal não essencial e familiares de Beirute, onde se encontra o grupo xiita armado Hezbollah, um dos principais aliados do Irão na região.
No aviso divulgado no domingo, o Departamento de Estado norte-americano referiu que o conflito lançado por Israel, em 13 de junho, contra o Irão resultou em interrupções nas viagens e no encerramento temporário do espaço aéreo em todo o Médio Oriente, e aconselhou os cidadãos a que tenham "mais cautela".
Também na noite de domingo, o embaixador iraniano na ONU afirmou, perante o Conselho de Segurança, que Teerão vai decidir "o momento, a natureza e a escala da resposta proporcional" ao ataque dos Estados Unidos.
Durante uma reunião de urgência nas Nações Unidas solicitada pelo Irão, Amir Saeid Iravani acusou Washington de lançar uma guerra "sob pretextos absurdos e fabricados".
O representante do Irão alertou que o país se reserva "o pleno e legítimo direito de se defender contra a agressão insolente dos Estados Unidos e do peão israelita", sem dirigir, no entanto, nenhuma ameaça concreta.
Aviões norte-americanos bombardearam na madrugada de domingo três instalações nucleares no Irão, juntando-se à ofensiva lançada por Israel em 13 de junho, justificada pela criação iminente de uma bomba nuclear, o que é refutado por Teerão.
Entretanto, Washington indicou que o Presidente norte-americano está "ainda interessado" numa solução diplomática com o Irão, depois de Donald Trump se ter referido no domingo a uma "mudança de regime" em Teerão.
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