Da omnipresença do online, sobretudo via telemóvel, surgiu a necessidade de estudar os comportamentos da população portuguesa de maior risco: os jovens. Porque muito se fala do tema por percepções, mas não há números oficiais dos utilizadores dos 16 aos 25 anos, inclusive, mais vulneráveis às ameaças, sejam de phishing (emails com URL's inseguros), smishing (furto de dados confidenciais através de SMS's fraudulentos), vishing (mensagens de voz ou chamadas para roubo de identidades) ou cyberbullying (intimidação e assédio nas redes sociais).
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