Joe Biden disse, no seu discurso desta noite, que os americanos lhe deram "uma vitória clara".
"As pessoas desta nação falaram e deram-nos uma vitória clara. Uma vitória convincente. Uma vitória para ‘Nós, o Povo’", afirmou, aludindo à frase de abertura no preâmbulo da Constituição dos Estados Unidos.
"Ganhámos com o mais alto número de votos numa eleição presidencial na história da nação", acrescentou. "74 milhões" [de votos].
Aquele que será o 46.º presidente dos EUA falou também na sua família e teceu rasgados elogios à sua mulher, a educadora Jill Biden. "Como já disse muitas vezes, sou o marido da Jill e não estaria aqui sem o apoio dela, dos meus filhos, netos, genros e noras e toda a família. A minha mulher é uma educadora e para todos os professores hoje é um dia importante, têm um deles na Casa Branca".
Biden falou também sobre a "enorme honra" de servir ao lado de Kamala Harris, que "representa aqueles que lutaram muito para conseguirem o que desejam".
"A quem votou no presidente Trump, compreendo a vossa desilusão esta noite. Também já perdi algumas vezes, mas é hora de darmos uma hipótese uns aos outros", declarou.
E prosseguiu: "Acredito nisto: os americanos escolheram-nos para mobilizarmos as forças da decência e as forças da justiça. Para mobilizarmos as forças da ciência e as forças da esperança nas grandes batalhas desta nossa era".
No seu discurso desta noite, Joe Biden invocou a Bíblia, dizendo que para tudo há um tempo – um tempo para construir, um tempo para colher, um tempo para semear. E um tempo para curar. "Este é o tempo de curar a América".
"Não podemos consertar a economia, restaurar a nossa vitalidade ou saborear os momentos preciosos da vida – abraçar um neto, aniversários, casamentos, cerimónias de graduação, todos os momentos que nos são mais importantes – enquanto não tivermos este vírus sob controlo", declarou, referindo-se à covid-19, que nos EUA já provocou mais de 237 mil mortos.
Biden disse também que se compromete "a ser um presidente que procura não dividir, mas sim unir. Que não quer Estados Vermelhos [republicanos] e Estados Azuis [democratas], mas sim Estados Unidos".
"Trabalharei com todo o meu afinco para conquistar a confiança de todos os norte-americanos".
"Esta noite, o mundo inteiro está a olhar para a América e acredito que, no nosso melhor, somos uma referência para o planeta. Iremos liderar não só pelo exemplo do nosso poder, mas também pelo poder do nosso exemplo", afirmou.
Por NegóciosDiploma segue agora para Belém para ser avaliado pelo novo Presidente da República.
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