Leonor Cipriano e o irmão João Cipriano acusam-se mutuamente pelo desaparecimento de Joana, de 8 anos, filha de Leonor, ocorrido a 12 de setembro de 2004, na aldeia de Figueira, em Portimão. Passados 22 anos e depois de terem sido ambos condenados a 16 anos e oito meses de prisão pelo homicídio da criança, apesar de o corpo nunca ter aparecido, quebraram o silêncio e reiteram que não mataram a menina e admitem que esteja viva. “Ela vendeu-a por 50 mil euros, foi o que ouvi dizer”, disse João, numa reportagem da SIC. “Já me disseram certas pessoas que ele a vendeu”, riposta Leonor, que diz dedicar-se à mendicidade por não conseguir trabalho: “Uma bomba caiu ali e destruiu a minha vida”.
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