Lusoarenas assina contrato com Corinthians

A empresa portuguesa Lusoarenas assina quinta-feira, em São Paulo, um contrato com o Corinthians, para assessorar o clube brasileiro na reforma dos estádios e fazer a sua gestão comercial, revelou o vice-presidente.

Marco António Herling, vice-presidente da Lusoarenas, destacou a importância deste contrato "por ser o primeiro que entrará em operação", além de "envolver um dos três maiores clubes brasileiros, que se situa na cidade com maior poder económico do Brasil" e é o que tem "maior número de adeptos" no país.

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Marco Herling disse à Agência Lusa que o contrato prevê a recuperação do estádio Alfredo Schurig, o actual campo do clube, situado no Parque de São Jorge e com capacidade para 15 mil espectadores.

Relativamente aos 15 milhões de reais (quase 5 milhões de euros) que têm sido avançados na imprensa brasileira como o investimento previsto para essa recuperação, Marco Herling afirmou que o valor poderá ser superior ou inferior, mas nem a Lusoarenas nem o Corinthians ainda "têm esse número" exacto.

Observou que, após as obras de recuperação, o estádio Alfredo Schurig deverá estar operacional em Maio, quando começar o campeonato brasileiro de futebol.

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O vice-presidente da empresa indicou que a Lusoarenas vai assessorar também o Corinthians na obtenção de um novo estádio com capacidade para 45 a 50 mil espectadores, que pode resultar da recuperação do Estádio Municipal de São Paulo, por concessão ao clube, ou da construção de um novo estádio de raiz.

A Lusoarenas será parceira do Corinthians na definição do projecto de reforma dos estádios, na escolha das empresas de construção, na estruturação e obtenção da solução financeira, com o concurso do seu parceiro exclusivo Stadium Capital Financing Group (grupo Morgan Stanley), e na gestão comercial dos estádios.

Marco António Herling adiantou que a Lusoarenas ficará com a gestão comercial do estádio Alfredo Schurig, conhecido como estádio da Fazendinha, por um período de 8 anos.

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Quanto ao novo recinto do Corinthians, Herling sublinhou que a

empresa fará também a sua gestão comercial "por um prazo a definir, mas que vai ser mais alargado" do que os oito anos previstos para o estádio da Fazendinha.

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