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Toda a faixa costeira de Portugal continental está este sábado sob aviso laranja - o segundo mais grave - devido à forte agitação marítima, mantendo-se com o mesmo nível de alerta 10 distritos, por causa do vento e da neve.
Segundo um comunicado emitido pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro estão com aviso laranja face à previsão de ondas que podem atingir 12 a 13 metros de altura na costa ocidental e 4 a 5 metros na costa sul.
Este alerta, emitido às 06:16 de hoje, vigora até às 18:00 em Viana do Castelo e Braga, e até às 21:00 no Porto, ao passo que nos restantes distritos se estende até à manhã de domingo, com exceção de Coimbra, onde a previsão aponta para um abrandamento a partir das 03:00.
Quanto ao vento, há dez distritos com aviso amarelo - Évora, Porto, Guarda, Santarém, Viana do Castelo, Braga, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Portalegre - e cinco com aviso laranja - Faro, Setúbal, Lisboa, Leiria e Beja.
Há ainda oito distritos com aviso devido à neve, sendo que em Bragança, Viseu, Vila Real (os três até às 00:00), Guarda e Castelo Branco (até às 3:00 de domingo), o aviso é laranja, e no Porto, Viana do Castelo e Braga é amarelo (terminando, nos três, à meia-noite).
No que diz respeito à chuva, há 17 distritos com aviso amarelo: Viseu, Évora, Santarém, Beja, Castelo Branco, Guarda, Faro e Lisboa até às 15:00, Portalegre e Setúbal até às 18:00 e Porto, Vila Real, Coimbra, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro e Braga até às 21:00 de hoje.
O IPMA alertou que a acumulação de neve e a possível formação de gelo poderão causar "perturbação moderada", incluindo vias condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores e abastecimentos locais prejudicados.
O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe "situação meteorológica de risco moderado a elevado, e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
Por LusaSituação crítica em várias zonas devido às cheias
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Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro afetados
Pode seguir em 90.4 na Grande Lisboa, 94.8 no Grande Porto e no site do 'Correio da Manhã'
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