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Olena Zelenska, a mulher do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, escreveu uma carta aberta intitulada "Eu testemunho", divulgada através do serviço de mensagens encriptado do Telegram, onde relata alguns dos horrores por que passa a Ucrânia.
"Apesar da propaganda do Kremlin, que se refere a isto como 'operação especial', o que acontece na realidade é o assassínio em massa de cidadãos ucranianos", refere a primeira dama, acrescentando que "Vladimir Putin subestimou o povo ucraniano e o seu patriotismo".
Olena Zelenska lamentou a morte de crianças, citou nomes de algumas que morreram, explicando que agora muitas "nunca conheceram a paz nas suas vidas".
Embora o paradeiro da família do presidente seja desconhecido, Zelensky já garantiu que está no país, facto que Olena corrobora nesta carta. Ela diz que escreveu a missiva devido às muitas solicitações que tem tido por parte da imprensa internacional.
"Talvez o mais terrível e devastador desta invasão seja a morte de crianças. A Alice de oito anos que morreu nas ruas de Okhtyrka enquanto o seu avô tentava protegê-la. Ou a Polina de Kiev, que morreu na sequência de um bombardeamento com os seus pais". Também fez menção a "Arseniy, de 14 anos, que foi atingido na cabeça por destroços e não foi assistido porque a ambulância não chegou a tempo devido aos incêndios."
E acrescentou: "Quando a Rússia diz que 'não está a travar uma guerra contra civis', eu recordo os nomes destas crianças assassinadas."
"As nossas estradas estão cheias de refugiados. Vejam os olhos daquelas mulheres e crianças cansadas, que carregam com elas a dor de deixar para trás os seus entes queridos e a vida que sempre conheceram. Os homens levam-nas até às fronteiras em lágrimas, mas depois regressam, com bravura, para lutarem pela nossa liberdade. Apesar de todo este horror, os ucranianos não desistem", assegurou Olena.
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