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Antes de dizer adeus aos palcos, a 22 e 24 de Março de 2016, nos teatros São Luiz e Rivoli, em Lisboa, a cantora e compositora auto-didacta, nascida há 59 anos em Carregal do Sal e impedida de actuar devido à fibrose pulmonar que lhe foi diagnosticada no final de 2006, confessou-se à SÁBADO. Dina morreu na noite desta quinta-feira. Recorde a entrevista.
Como era a vida de Ondina Veloso na sua infância em Carregal do Sal?
Diferente da vida das cidades, é certo. Com mais liberdade, mais solta, na rua. Com os meus irmãos, mas sobretudo com os amigos, e quase sempre no quintal da minha vizinha e ainda hoje minha grande amiga Olga Pinto, que era onde brincávamos andávamos de bicicleta.
Eram seis irmãos...
Sim, por ordem, Manuel João, Esmeralda, Rosarinho, Ricardo Jorge, depois eu, Ondina, e Paulinha Veloso.
Mais alguém na família revelou apetência para a música?
Todos. É uma família cheia de gente com talento e aliás tenho um sobrinho, João Falcato, que estudou na Holanda e é um excelente pianista. Por acaso agora, por questões de saúde, as coisas complicaram-se, mas é o máximo dos máximos, especialista em música latino-americana, chegou a trabalhar com o Paulo de Carvalho... A minha avó paterna tocava piano.
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