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Lisboa, 7 de Novembro, são três da tarde. No número 195 da Avenida da Liberdade, o ambiente é tenso por causa das buscas do Ministério Público, que inesperadamente desde essa manhã está no edifício, investigando suspeitas de crimes de mercado. Estamos na sede do BES. No último andar. A tensão é grande, mas já não por causa das buscas. Nove pessoas entram para uma reunião tão discreta quanto importante. É a cúpula da família Espírito Santo, que se reúne para um confronto desconhecido fora daquelas paredes: José Maria Ricciardi tomara uma iniciativa no sentido da destituição de Ricardo Salgado. A reunião é tensa. E termina com o apoio da família a Salgado. E com a derrota de Ricciardi. Nada voltará a ser como dantes.
[Este texto foi publicado originalmente a 8 de novembro de 2013 no 'Negócios' tornou então público o que já era ciciado nos corredores: José Maria Ricciardi estava em rota de colisão com Ricardo Salgado e queria afastar o primo da liderança do BES. A partir daqui o chamado caso BES foi ganhando volume e a 3 de agosto de 2014 o Banco de Portugal decidiu intervir no banco. Neste 25 março de 2026, dia da morte de José Maria Ricciardi, recordamos aqui este episódio marcante para a história do grupo]
Leia o artigo na íntegra no 'Negócios'
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