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Pais querem videovigilância nas escolas: «Não tinha mal algum que fosse em todas»

No final de janeiro, começou a circular um vídeo nas redes sociais. Nele via-se um adolescente autista a ser agredido por um aluno mais velho na Escola Fragata do Tejo, na Moita. As agressões duram alguns segundos e quando o jovem já está no chão é pontapeado com violência oito vezes. À volta, veem-se vários colegas a assistir a alguma distância, não tendo sequer ajudado a criança quando esta se tentava levantar. O sucedido voltou a trazer o tema da segurança nas escolas para o debate público, incluindo a introdução de videovigilância nas instituições. A SÁBADO sabe que houve escolas que receberam pedidos de pais a apelar a que os espaços de ensino sejam vigiados com sistemas de videovigilância para garantir a segurança dos seus educandos. Mas as direções apelam a que haja um reforço do pessoal não-docente primeiro. 

Leia o artigo na íntegra na Sábado

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