O pesadelo ainda não acabou mas Pedro Martins já pode respirar em liberdade. O antigo jogador do V. Guimarães, Sporting e Boavista que, nos últimos tempos, foi adjunto de José Couceiro no Belenenses, regressou a Portugal depois de 35 dias detido numa prisão espanhola, em Jerez de la Frontera.
Ontem, e ainda sem conhecer a acusação, contou a Record como tudo se passou, com uma certeza: “Estou inocente! Jamais falsificaria o que quer que fosse ou me apropriava de algo que não me pertencesse.”
Tudo começou com um convite de uma amiga de longa data para que Pedro Martins fosse o rosto, em Portugal, de uns investidores brasileiros que queriam criar um fundo de jogadores. Os conhecimentos do antigo médio seriam decisivos no projecto, que também se alargariam a uma fundação ligada ao desporto. “Sempre pensei que fosse um negócio de confiança”, adiantou quem a 28 de Maio se deslocou a Espanha para ultimar o acordo.
Dois dias depois, com mais três pessoas, foi a um banco depositar dois cheques do grupo brasileiro – o montante está em segredo de justiça. E foi aí que a Polícia os deteve, alegadamente por já decorrerem investigações sobre a conta de onde seriam sacados os cheques. “No início fui acusado de falsificação mas, quanto a isso, já provei a minha inocência”, alega.
Enquanto durou a fase inicial da investigação, Pedro Martins esteve detido, mas acabou por sair sob fiança. Agora, espera que lhe chegue a acusação ou que seja chamado novamente para depor. “Queria sair com o nome limpo e quase de certeza que conseguirei provar que sou inocente”, acredita quem em Espanha teve uma advogada com a qual não chegou a falar. “Senti-me impotente. Não tive qualquer hipótese de me defender”, lamentou.
De Portugal choveram telefonemas amigos, do FC Porto ao Trofense, mas nenhum de Alvalade. Pedro agradece e relembra ser “homem de princípios”: “Rescindi com FC Porto e Belenenses e abdiquei de cerca de 200 mil euros...”
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