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Renato Seabra, declarado culpado pelos jurados de um tribunal de Nova Iorque pelo homicídio em segundo grau do cronista social Carlos Castro, foi condenado esta sexta-feira a uma pena de 25 anos mas que se pode ir até prisão perpétua.
O português estava detido há mais de um ano no estabelecimento prisional de Rikers Island depois de ter assassinado de forma violenta o cronista, com quem mantinha um relacionamento.
Durante o julgamento, a defesa pediu a absolvição, argumentando que os problemas mentais de Seabra, diagnosticados pelos psiquiatras que o observaram depois do crime, o impediram de ter consciência dos seus atos, enquanto a acusação sustentou que foi a "raiva e vergonha" com o final da relação homossexual com Carlos Castro, iniciada assumidamente a troco de favores materiais, a motivar o violento crime de 7 de janeiro de 2011.
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