_
Pouco antes de Rui Pinto ser julgado no processo Football Leaks, a sua defesa entregou ao tribunal uma contestação em que, para além de valorizar as revelações do hacker para a sociedade e o bem comum, admitia uma série de crimes pelos quais o pirata informático estava acusado, como a intrusão nos emails do Sporting e da sociedade de advogados PLMJ. Quatro anos depois, quando Rui Pinto se prepara para ser julgado no processo relacionado com o acesso aos emails do Benfica e de outras entidades – cujo início está marcado para 13 de janeiro de 2025 –, a defesa do hacker segue uma estratégia ligeiramente diferente. Na contestação entregue ao Tribunal Judicial de Lisboa, os advogados Francisco e Luísa Teixeira da Mota admitem a utilização de métodos ilegais e condenáveis por parte do pirata informático, mas não confessam intrusões específicas a endereços de correio eletrónico. O mais perto que fazem de admitir um acesso ilegítimo é quando, a respeito da intrusão nos emails da Fidequity, uma empresa de Isabel dos Santos, que estiveram na base do Luanda Leaks, afirmam que o arguido "agiu em legítima defesa do povo angolano". Leia o artigo na íntegra na 'Sábado'.
Primeiro-Ministro presente nas Bodas de Ouro da Associação Recreativa do Areal
IC1 está cortado em ambos os sentidos
Gasóleo vai ficar 8 cêntimos mais caro e gasolina sobe 3,5 cêntimos
Dalia López encontrava-se foragida há seis anos
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Adeptos açorianos premiados pelo fair play e apoio constante à equipa
Lateral esquerdo foi apresentado no Forte Virtus, do terceiro escalão
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9