Os preços do petróleo arrancaram a sessão desta segunda-feira - a primeira depois do ataque dos EUA ao Irão - 13% acima do valor de fecho de sexta-feira, refletindo "alguma ansiedade dos negociadores de crude", e a rota dos preços a partir de agora vai "depender de como evoluir a situação no Médio Oriente". Ricardo Evangelista, CEO da ActivTrades Europe diz que um conflito que se prolongue para lá de uma semana vai ter um efeito claro de escalada dos preços.
Além do Irão ser um dos 10 maiores produtores de petróleo, controla também uma parte significativa do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% a 25% do petróleo e gás natural mundiais. "Estamos a falar de cerca de 25% da produção global de petróleo que fica quase toda ela imobilizada. Embora a Arábia Saudita tenha, através de 'pipelines', possibilidade de exportar de outras formas, a maioria do petróleo que sai da zona do Golfo sai por via marítima, por petroleiros e passa pelo Estreito de Ormuz. Portanto, um conflito muito prolongado vai manter esta rota fechada e quanto mais tempo esta rota estiver fechada maior vai ser o aperto os mercados de petróleo", explica, em entrevista ao programa do Negócios no canal NOW.
Atualmente o mercado tem excesso de petróleo e o anúncio da OPEP+ de que vai aumentar a produção, pode ajudar a reduzir o impacto, mas Ricardo Evangelista alerta que esse é um amortecedor apenas temporário. "Esse excesso de oferta está de certa forma a mitigar o que teria sido de outra maneira uma reação mais ansiosa dos mercados. No entanto, o que se negocia agora, por exemplo, é o contrato para entrega em maio, o contrato para entrega em abril e até mais para frente. O facto de existir agora, neste momento, um excesso de oferta é um cenário que não se manterá se este um quarto da produção global não conseguir chegar ao mercado. Aí deixará de haver um excesso de oferta e passaremos a ter um cenário em que há oferta insuficiente", explica.
Visa o cumprimento de mandados de busca, bem como a recolha de provas e identificação de pessoas associadas a factos sob investigação
Presidente dos EUA reage à posição do governo espanhol em relação à ofensiva militar contra o Irão
Casaram em 1965, mas durante mais de 50 anos Mansoureh raramente apareceu em público. Em casa, ajudava o marido a esconder provas da sua atividade revolucionária e preparava comida para lhe entregar na prisão
Treinador do Al-Jabalain diz estar em segurança, embora apreensivo
Num duro testemunho, Daryl Janmaat recorda que o vício começou após sofrer uma grave lesão no joelho
Fabiano Flora teve de arranjar uma alternativa depois do cancelamento do seu voo na manhã desta segunda-feira
Federico Pastorello desmente que o ex-FC Porto vá alistar-se no exército iraniano após os ataques dos EUA e Israel
Avançado português de 27 anos deixou o E. Amadora em janeiro e rumou ao Eupen, da segunda divisão daquele país
Antigo internacional inglês vive no Dubai com a mulher, Kate, e três dos seus filhos
Treinador do Al Rayyan diz ser "um desafio manter a calma": "Estamos expostos a tudo e não controlamos nada"