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Sobe para 81 o número de portugueses e lusodescendentes mortos nos sismos da Venezuela

Destruição em Catia La Mar
• Foto: AP

O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 81, havendo ainda 66 desaparecidos, segundo o mais recente balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

De acordo com o MNE, entre os 81 mortos, 69 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 14 crianças e 67 adultos.

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O anterior balanço dava conta de 79 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela no dia 24 de junho e de 64 desaparecidos.

O número de mortos no país devido a estes sismos subiu para 2.295, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 11.267 feridos.

O presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, indicou a existência de 12.841 pessoas afetadas pelos sismos de 24 de junho, durante a atualização do balanço de vítimas, que era anteriormente de 1.943 mortos e 10.571 feridos.

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Antes da divulgação dos novos dados oficiais, a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.

Para ajudar o país, onde estão já socorristas portugueses, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, anunciou quarta-feira que dois aviões da força aérea portuguesa estão prontos para arrancar com ajuda à Venezuela e deverão partir até terça-feira, podendo no regresso trazer pessoas.

Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

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Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.

Por Lusa
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