A ferramenta, conhecida como API, é usada por milhares de voluntários de organizações sem fins lucrativos, e outros como investigadores, para analisar os dados do Twitter, na busca de pedidos de ajuda, inclusive de pessoas presas em prédios desabados, e ligar pessoas com organizações de resgate.
"Isso [a API] não é apenas para os esforços de resgate que, infelizmente, estamos a chegar ao fim, mas também para o planeamento logístico, já que as pessoas vão ao Twitter para transmitir as suas necessidades", disse Sedat Kapanoglu, fundador da Eksi Sozluk, a plataforma social mais popular da Turquia, que tem aconselhado voluntários nos seus esforços de resgate.
Sedat Kapanoglu adiantou que centenas de "bons samaritanos" estão a distribuir as suas próprias chaves de acesso à 'API premium' pagas (o Twitter já oferecia uma versão paga com mais recursos), para uso nos esforços de resgate, mas lembrou que isso não é "sustentável ou o caminho certo", e que pode até ser contra as regras do Twitter.
Segunda-feira era o prazo que o Twitter tinha definido para encerrar o acesso gratuito à API, um desafio adicional para os socorristas na Turquia, que, segundo a Associated Press, estão a trabalhar sem parar para aproveitar este sistema aberto e exclusivo do Twitter.
Contudo, a empresa anunciou que decidiu adiar "mais alguns dias" o início dessa cobrança de 100 dólares mensais.
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