O "Ronaldo das Finanças", o "meu Centeno é melhor", "todos somos Centeno", o "patinho feio" que virou "cisne resplandecente". A ascensão de Mário Centeno na política portuguesa começou aos tropeções - um deles quase fatal -, mas foi meteórica. Da política e do Governo passou diretamente para o topo da instituição de onde saíra, o Banco de Portugal, para um cargo no qual a independência e a imagem de independência são cruciais - e no qual a sua ambição e gosto pela política lhe trouxeram escrutínio e atritos fora e dentro do banco. No PS continua a ter uma "marca", mas à direita tem muitos críticos, incluindo o atual ministro das Finanças, Miranda Sarmento, que Rui Rio em tempos chamou "o meu Centeno". O Governo da AD tem guardado a decisão sobre quem será o próximo governador do Banco de Portugal, mas dificilmente será Centeno, que assim fará apenas um mandato - e abandonará, por tempo indeterminado, a ribalta que ocupa há exatamente uma década. Recordamos aqui o percurso nestes dez anos.
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