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Se nos últimos anos o paradigma na saúde é cada vez mais tratar os doentes e não as doenças, este é talvez o exemplo máximo disso. É fácil perceber porquê: quando recebemos uma vacina, a ideia é treinar o nosso sistema imunitário a combater um vírus ou uma bactéria específica. Aqui, foi-se ainda mais longe.
“É analisado o tumor e o doente recebe uma vacina que é desenhada especificamente para o seu cancro, com base nas alterações moleculares que ele apresenta”, explica à SÁBADO a oncologista Ana João Pissarra, do Hospital Lusíadas de Lisboa.
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Por Sábado