Vítor Catão, antigo diretor do S. Pedro da Cova, clube do concelho de Gondomar, vai ser julgado no Tribunal de São João Novo, no Porto, por onze crimes de auxílio à imigração ilegal e outros tantos por angariação de mão de obra ilegal, escreveu o ‘Jornal de Notícias’. De acordo com o mesmo artigo, o ex-dirigente e conhecido adepto do FCPorto foi acusado de ter recrutado jogadores brasileiros em situação ilegal a quem pagava entre 150 e 300 euros por mês. Alguns desses futebolistas dormiam em beliches numa sala situada por baixo de uma bancada do estádio do clube nortenho.
Segundo a mesma notícia, a acusação do Ministério Público de Gondomar indica que os arguidos Vítor Catão e o treinador Armando Santos pretendiam formar uma equipa com jogadores estrangeiros a baixo custo, aproveitando o facto destes procurarem o futebol europeu para construírem uma carreira. Nesse sentido, aceitavam quantias baixas na esperança de poderem transferir-se futuramente para clubes com melhores condições.
O referido artigo dá conta de que os onze futebolistas foram mesmo inscritos na Associação de Futebol do Porto e disputaram vários jogos na Divisão de Elite Pro-Nacional Série 2.
Vítor Catão, recorde-se, foi condenado a três anos e meio de prisão com pena suspensa no âmbito da Operação Pretoriano, tendo já recorrido para o Tribunal da Relação, e foi expulso de sócio do FCPorto.
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