Brasil regista novo recorde com 751 mortes por coronavírus em 24 horas

Total de óbitos no Brasil aproxima-se dos 10 mil

Jair Bolsonaro
jair bolsonaro
Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro, presidente do Brasil
‘Passeata’ de Bolsonaro e da sua comitiva foi vista como uma forma de pressão sobre o Supremo Tribunal
Jair Bolsonaro
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‘Passeata’ de Bolsonaro e da sua comitiva foi vista como uma forma de pressão sobre o Supremo Tribunal
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‘Passeata’ de Bolsonaro e da sua comitiva foi vista como uma forma de pressão sobre o Supremo Tribunal
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Em mais um triste recorde dos que tem registado quase diariamente, o Brasil registou nas últimas 24 horas novas 751 mortes provocadas pelo coronavírus, o maior número num único dia desde o início da pandemia no país. O recorde anterior tinha ocorrido terça-feira passada, com 224 mortes.

Com os novos casos fatais divulgados na noite desta sexta-feira pelo Ministério da Saúde brasileiro, o país atingiu um total de 9897 pessoas mortas pela Covid-19, a doença provocada pelo coronavírus. O número de mortes nas últimas 24 horas representa um novo salto nos óbitos provocados pela doença, que na semana passada matava por dia cerca de 400 pessoas e até ontem matava 600 doentes a cada 24 horas.

O número de casos de infetados pelo coronavírus também subiu, sendo registadas nas últimas 24 horas 10.322 novas infecções. Com esses novos casos, o total de pessoas infetadas no país chegou a 145.328.

A velocidade com que o coronavírus se propaga no Brasil é bem patente no gráfico de mortes. Da primeira à milésima morte foram 24 dias de intervalo, mas esta semana, das oito mil para as nove mil mortes passaram-se pouco mais de 24 horas.

Cidades de todo o Brasil tentam desesperadamente medidas para diminuir o ritmo da doença, como São Paulo, que além de já ter fechado há semanas escolas, centros comerciais e lojas, decretou ontem uma rígida limitação do tráfego automóvel, ou São Luís, capital do estado do Maranhão, Fortaleza, capital do estado do Ceará, e Belém, capital do estado do Pará, que decretaram o confinamento total.

Mas os governos locais enfrentam uma grande resistência da população em ficar em casa, ainda mais depois de o presidente Jair Bolsonaro incentivar a desobediência a essas restrições pois quer ver a economia a funcionar, e esta sexta-feira registaram-se grandes aglomerações e congestionamentos até nas cidades com confinamento.

Por Correio da Manhã
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