Coronavírus: Netos e avós podem conviver? "Depende dos avós", diz Graça Freitas

Diretora-geral de Saúde sublinhou que a vulnerabilidade dos mais velhos deve ser tida em conta.

Graça Freitas abordou na conferência de imprensa da Direção-Geral de Saúde (DGS) desta quarta-feira a convivência entre netos e avós durante esta fase da luta contra a pandemia da Covid-19, que depende dos mais velhos. "Temos que pensar em que tipo de avós estamos a falar. Há avós jovens, sem fatores de risco, e aí a convivência não envolve nenhum risco acrescido para uma população mais vulnerável", afirma a diretora-geral de Saúde. 

Se os avós tiverem mais de 65 ou 70 anos, e se tiverem doenças, "têm que ser observadas precauções". 

"Se os avós forem vulneráveis sdevem ser protegidos" através de "normas de distanciamento social, higiene das mãos, e máscaras", por exemplo. "Depende do avô ou da avó, se é de risco pela idade e vulnerabilidades. Está em causa a proteção dos mais vulneráveis", considerou. 

Já foram infetadas 26.182 pessoas pelo novo coronavírus, de acordo com os últimos dados divulgados pela Direção-Geral de Saúde (DGS).

15 pessoas morreram nas últimas 24 horas, o que eleva o número de mortos para 1.089. Em Portugal, há ainda 2.076 pessoas recuperadas da Covid-19.

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