O novo coronavírus morre no vinho? Enólogos espanhóis respondem

A Federação Espanhola de Enologia, após consultar a comunidade médica, garante que a combinação de álcool, ambiente hipotónico e polifenóis impede a vida e a multiplicação do Covid-19 no vinho

Em comunicado do seu presidente Santiago Jordi Martín, divulgado esta segunda-feira, 23 de março, a Federação Espanhola de Enologia declarou – na sequência das múltiplas questões que lhe foram endereçadas acerca da eventual contaminação do vinho e seus recipientes pelo Covid-19 – que reuniu com uma série de especialistas da comunidade médica e de associações internacionais de enólogos, concluindo que "a sobrevivência do coronavírus no vinho parece impossível porque a combinação concomitante da presença de álcool, um ambiente hipotónico [o que em Química significa que se trata de um líquido em que a concentração do soluto é menor que a concentração do solvente] e a presença de polifenóis [substâncias naturais antioxidantes que se encontram em abundância nos taninos do vinho] impedem a vida e a multiplicação do próprio vírus".

Leia o texto na íntegra na Sábado

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