«Tínhamos mesmo de ir»: os planos dos ricos para fugir ao novo coronavírus

Há bunkers na Nova Zelândia que podem custar milhões e contar com casas de banho de luxo, salas de jogos, ginásios, teatros ou camas cirúrgicas.

Quando, no início de março, os casos de infeção pelo novo coronavírus se espalharam pelos Estados Unidos, um executivo de Silicon Valley ligou para a fabricante de bunkers Rising S. Queria saber como abrir a porta secreta de seu abrigo multimilionário de mais de três metros de profundidade na Nova Zelândia.

O diretor de tecnologia nunca o havia usado e não conseguia lembrar-se de como destrancá-lo, diz Gary Lynch, gerente-geral da Rising S, com sede no Texas. "Ele queria verificar a combinação da porta e estava a fazer perguntas sobre a eletricidade e o aquecedor de água, se era preciso levar água extra ou filtros de ar", conta. O empresário administra uma empresa em São Francisco, mas mora em Nova Iorque, cidade que rapidamente se tornou o epicentro mundial do novo coronavírus.

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