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Homicida é beneficiário, como refugiado, do estatuto de proteção internacional e não era alvo de "qualquer sinalização" pelas autoridades
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O Ministério Público (MP) abriu um inquérito ao ataque ocorrido no Centro Ismaili, em Lisboa, na terça-feira, do qual resultaram dois mortos, segundo uma nota publicada no site da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A investigação está a cargo da Polícia Judiciária, sob a orientação do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) do MP, encontrando-se sujeita a segredo de justiça.
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Duas mulheres foram mortas no Centro Ismaili, em Lisboa, na terça-feira, num ataque com uma arma branca por um refugiado afegão que foi detido e que está hospitalizado após ter sido baleado pela polícia.
O ataque - cuja motivação é ainda desconhecida - fez mais um ferido e foi condenado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelo primeiro-ministro, António Costa.
O homicida agora detido é beneficiário, como refugiado, do estatuto de proteção internacional e não era alvo de "qualquer sinalização" pelas autoridades.
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