Adrien Brody e Mikey Madison conquistam Óscares de melhores atores

Adrien Brody venceu o primeiro Óscar de Melhor Ator em 2003, pelo desempenho em "O Pianista"

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• Foto: Reuters

Adrien Brody, por "O Brutalista", e Mikey Madison, por "Anora", são os vencedores dos Óscares de Melhor Ator e de Melhor Atriz, na 97.ª edição dos prémios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos

Para Melhor Atriz estavam igualmente nomeadas Cynthia Erivo, por "Wicked", Karla Sofía Gascón, por "Emilia Pérez", Demi Moore, por "A Substância", e Fernanda Torres, por "Ainda estou aqui".

Timothée Chalamet, por "A Complete Unknown", Colman Domingo, por "Sing Sing", Ralph Fiennes, por "Conclave", e Sebastian Stan, "The Apprentice - A História de Trump", eram os outros nomeados para Melhor Ator.

Adrien Brody venceu o primeiro Óscar de Melhor Ator em 2003, pelo desempenho em "O Pianista".

"Estou aqui mais uma vez, para representar os traumas persistentes e as repercussões da guerra e a opressão sistemática de anti-semitismo e do racismo", disse o ator no final do longo e emocionado discurso de aceitação, estabelecendo paralelo entre "O Pianista", que sobrevive ao Holocausto, e "O Brutalista", em que toma o lugar de imigrante europeu, nos Estados Unidos do pós-Guerra.

Brody iniciou a intervenção alertando para a fragilidade da profissão de ator. "Parece muito glamorosa, e em certos momentos é mesmo. Mas tudo pode desaparecer".

No final, disse acreditar na possibilidade de "um mundo mais saudável, mais feliz e mais inclusivo". E concluiu: "Acredito que se o passado nos pode ensinar alguma coisa, é para não deixarmos o ódio passar impune".

A 97.ª edição dos Prémios da Academia decorreu esta noite no Dolby Theatre, em Hollywood, com 52 filmes nomeados em 23 categorias. 

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