Arata Isozaki vence Prémio Pritzker, o "Nobel da Arquitetura"

Pela sexta vez a um japonês

• Foto: Reuters

O Prémio Pritzker de 2019 foi atribuído, esta terça-feira, ao arquitecto Arata Isozaki. Equiparado ao Prémio Nobel, o Pritzker foi atribuído pela sexta vez a um profissional japonês. O júri que elegeu Isozaki foi presidido pelo juiz do Supremo Tribunal norte-americano Stephen Breyer e incluía os arquitectos Richard Rogers, Kazuyo Sejima, Wang Shu, Benedetta Tagliabue, o diplomata brasileiro André Aranha Corrêa do Lago e o empresário Ratan N. Tata. Marta Thorne, diretora executiva do prémio, não tem voto na escolha final.

Isozaki, de 87 anos, defende a teoria de que, embora os edifícios sejam efémeros, devem sempre agradar os sentidos de quem passa por eles. Nasceu em Oita, na ilha japonesa de Kyushu, e tinha 14 anos quando Hiroshima e Nagasaki foram bombardeados na Segunda Guerra Mundial. Em várias entrevistas, assumiu que foram dias determinantes para a sua carreira.





"A minha primeira experiência na arquitetura foi o vazio da arquitetura e, então, dei por mim a pensar como as pessoas podiam reconstruir as suas casas e cidades, explicou.

Esta é a 40ª edição do prémio, que já galardoou arquitetos de 18 diferentes nacionalidade, incluindo os portugueses Siza Vieira (1992) e Eduardo Souto Moura (2011). Os vencedores ganham 100 mil euros e uma medalha de bronze.

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