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Mensagem publicada no Instagram de Inês Bichão, adjunta do secretário de Estado Emídio Sousa, foi depois apagada. Cotrim fala em calúnia
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Cotrim Figueiredo foi acusado hoje de assédio sexual por parte de Inês Bichão, ex-assessora da Iniciativa Liberal e atualmente a exercer funções de assessora no gabinete de Emídio Sousa, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas. Confrontado pelos jornalistas que estão a acompanhar a campanha, Cotrim Figueiredo disse ser "falso" e que ia "processar por difamação a pessoa em causa".
A sua assessoria enviou entretanto um comunicado: "À medida que chegamos à reta final da campanha, surgem os esperados ataques a uma candidatura que tem vindo em crescendo, vinda de fora dos partidos do sistema e que preocupa os interesses instalados, dentro e fora dos corredores do poder. Apesar de ter muito presente esse facto na minha consciência, não posso, no entanto, deixar passar em claro ataques que - pela sua natureza pessoal - afetam não apenas a nossa candidatura como a minha idoneidade".
Disse ainda: "A calúnia que circula sobre o meu alegado comportamento é totalmente destituída de fundamento. É de uma gravidade que não pode ser deixada passar sem reação e, por isso mesmo, para além deste esclarecimento, irei processar por difamação a pessoa em causa, independentemente das suas circunstâncias e das funções que exerce num dos gabinetes do atual Governo. Finalmente, apelo a que estas acusações, baixas, vis e torpes não nos distraiam do essencial: Votar por uma visão de um Portugal melhor, maior e mais moderno, assente na Cultura, no Conhecimento e no Crescimento."
A story de Inês Bichão referia uma série de frases alegadamente ditas por Cotrim Figueiredo, algumas de caráter sexual, outras relacionadas com práticas laborais. Inês Bichão, que está incontactável, escreveu "não suportar" a ideia de ver Cotrim em Belém.
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