Assunção Cristas sobre reunião de urgência: Governo "monta uma 'fantochada' para se vitimizar"

Em causa, a provação no parlamento da contabilização total do tempo de serviço congelado aos professores

Assunção Cristas no debate da moção de censura apresentada no Parlamento
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas no debate da moção de censura apresentada no Parlamento
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas no debate da moção de censura apresentada no Parlamento
Assunção Cristas
Assunção Cristas
Assunção Cristas

A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, comentou esta quinta-feira a aprovação no parlamento da contabilização total do tempo de serviço congelado aos professores.

Na Assembleia da República, no dia em que António Costa convocou uma reunião de urgência relativa ao mesmo assunto, Cristas referiu que "o que foi aprovado não aumenta um cêntimo que seja no encargo do orçamento". 

A líder explica que "não há por isso qualquer proposta irresponsável como querem fazer querer".

O CDS-PP previa nesta negociação "ter em conta o crescimento económico, revisão da carreira e avaliação dos professores e a aposentação".

Cristas reage esta sexta-feira à crise política por causa dos professores e disse que a posição do CDS "é a mesma desde sempre: responsabilidade e consciência com os cidadãos e professores".

A líder do CDS questionou-se sobre "o que faz o Governo?". Cristas diz que "monta uma fantochada para vitimizar, encena um golpe".

Na sua intervenção, Cristas explicou que no CDS não aceitam a "manipulação go Governo, que se vitimiza de forma desonesta".

E admitiu ainda que, pelo CDS, "este Governo já tinha terminado há muito".

Cristas diz que está disposta a negociar e relembra que não há acréscimo de nenhum cêntimo no orçamento. 

A líder do CDS diz que estão cansados da "desonestidade política deste Governo".

Assunção Cristas comentou a crise política depois de Carlos César, presidente do PS, ter admitido que o Governo pode apresentar a demissão por considerar que não tem condições para aplicar a medida ontem decidida pelo Parlamento.

A líder do CDS atacou esta sexta-feira a "farsa", o "golpe" do Governo com a "dramatização" sobre a contagem do tempo do congelamento dos professores e desafiou o primeiro-minustro a apresentar uma moção de confiança no parlamento.

O desafio foi feito por Assunção Cristas numa conferência de imprensa na Assembleia da República, em Lisboa, que coincidiu com a reunião extraordinária do Governo convocada depois de o parlamento ter aprovado, na quinta-feira, a contabilização total do tempo de serviço dos professores.

Autor: Correio da Manhã

2
Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Subscreva a newsletter

e receba as noticias em primeira mão

ver exemplo

Ultimas de Fora de Campo

Notícias