Automóveis mais caros: veja o impacto das alterações em 10 modelos

Alterações no cálculo das emissões de CO2 dos automóveis ligeiros irão agravar o valor a pagar em impostos

A alteração no sistema de medição de emissões de dióxido de carbono (CO2), que terá um período transitório entre 1 de Setembro e 1 de Janeiro de 2019, vai ter efeito no valor de Imposto sobre Veículos (ISV), com o correspondente aumento nos preços finais. Mas nem todas as marcas irão ver os valores subir.

O Negócios realizou simulações para 10 modelos, tendo por base os dados dos fabricantes quanto a emissões e preços (sem contabilizar campanhas especiais das marcas) e aplicando uma subida média de 10% no valor das emissões de CO2. Os resultados mostram agravamentos na carga fiscal entre 208,61 euros, para o Renault Clio, até 2.541,88 euros, para o Nissan Qashqai.

O aumento nos preços é uma preocupação para algumas marcas, ainda que a Mercedes-Benz, a BMW e o grupo PSA (Peugeot, Citroen, DS e Opel) assegurem ao Negócios que não sofrerão qualquer efeito. Isto porque todos os seus modelos já se encontram em conformidade com o novo padrão, o Worldwide Harmonized Light Vehicles Test Procedure (WLTP), que será adoptado a 1 de Janeiro. Assim, os preços dos seus veículos não irão aumentar por via do ISV em Setembro. 

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