Avaliação bancária das casas sobe pelo décimo terceiro mês

Valor mais elevado desde, pelo menos, janeiro de 2011

A avaliação bancária média, a nível nacional, atingiu os 1.171 euros por metro quadrado, em Abril, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Este valor é o mais elevado desde Janeiro de 2011, quando começaram a ser recolhidos estes dados. Há treze meses consecutivos que este indicador sobe.

"O valor médio de avaliação bancária foi 1.171 euros em Abril, quatro euros superior ao observado em Março", refere o INE. Este valor representa um aumento de 0,3% face a Março e de 5,5% face ao mesmo mês do ano anterior. Quanto aos apartamentos, o valor médio de avaliação bancária aumentou seis euros para 1.224 euros por metro quadrado. Já nas moradias caiu três euros para 1.074 euros por metro quadrado.

A nível regional, as maiores subidas, no conjunto de todas as tipologias, registaram-se na Região Autónoma dos Açores e na Região Autónoma da Madeira, com crescimentos de 2% e de 1,9%, respectivamente. Por outro lado, as únicas quedas registaram-se no Centro (-0,4%) e no Norte (-0,3%).

Quanto aos apartamentos, o valor médio de avaliação bancária atingiu os 1.224 euros por metro quadrado. Nesta tipologia, é no Algarve que se regista o valor mais elevado, de 1.478 euros por metro quadrado, sendo que o mais baixo foi no Alentejo, de 965 euros por metro quadrado.

"Comparativamente com Março, a Região Autónoma da Madeira apresentou a maior subida (2,7%). O Centro e a Região Autónoma dos Açores registaram descidas (-0,2%) face ao mês precedente", adianta o INE.

Já relativamente às moradias, em Abril, a média da avaliação bancária atingiu os 1.074 euros por metro quadrado, estando os valores mais elevados na Área Metropolitana de Lisboa (1.452 euros por metro quadrado) e no Algarve (1.426 euros por metro quadrado) e o mais baixo no Centro (928 euros por metro quadrado).

"Comparativamente com Março, a Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira foram as únicas com taxas de variação positivas (2,8% e 1,2%, respectivamente)", frisa o INE.

Autor: Raquel Godinho/Negócios

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