Banco de Portugal estima quebra de 3,7% no PIB em cenário de "impacto limitado" da covid-19

No cenário adverso a previsão agrava-se para 5,7%.

Carlos Costa
Carlos Costa

O Banco de Portugal atualizou esta quinta-feira a estimativa para a economia portuguesa este ano, antecipando uma queda de 3,7% no cenário base, que aponta para um "impacto económico da pandemia relativamente limitado". No cenário mais adverso, economia contrai 5,7%.

"No cenário base, estima-se uma redução de 3,7% do PIB real em 2020. Assume-se que o impacto económico da pandemia é relativamente limitado, o que decorre, em parte, da hipótese de as medidas adotadas pelas autoridades económicas são bem-sucedidas na contenção dos danos sobre a economia", refere o banco central no Boletim Económico.

 

O cenário adverso assume que o impacto económico da pandemia é mais significativo "devido à paralisação mais prolongada da atividade económica em vários países, conduzindo a maior destruição de capital e perda de emprego". Considera ainda "níveis de turbulência mais significativos nos mercados financeiros". Neste quadro, a recessão será mais profunda, com o PIN a contrair 5,7% este ano.

 

O Banco de Portugal prevê uma recuperação da atividade económica nos dois anos seguintes, prevendo um crescimento de 1,4% em 2021 e de 3,4% em 2022. Antes o Banco de Portugal apontava para um aumento do PIB de 1,7% este ano e de 1,6% nos seguintes.

Por Negócios
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