Bolsonaro questiona recomendações da OMS sobre coronavírus porque diretor "não é médico"

Tedros Adhanom Ghebreyesu tem uma longa carreira na área da saúde, sendo formado em biologia

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O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, questionou na quinta-feira as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) face à pandemia do novo coronavírus, pelo facto do seu diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, "não ser médico".

"Eu estou a responder num processo dentro e fora do Brasil, sendo acusado de genocídio por ter defendido uma tese diferente da OMS. O pessoal fala tanto da OMS, o diretor da OMS é médico? Não é médico. É como se o presidente da Caixa [instituição financeira brasileira] não fosse alguém da economia. Não tem cabimento", afirmou Bolsonaro, numa transmissão de vídeo em direto na sua página na rede social Facebook.

Apesar de não ser médico, Tedros Adhanom Ghebreyesu, tem uma longa carreira na área da saúde, sendo formado em biologia. Antes de ser eleito diretor-geral da OMS em 2017, Tedros, que se tornou no primeiro presidente da instituição nascido no continente africano, trabalhou na Etiópia como ministro da Saúde (2005 a 2012) e como ministro de Relações Exteriores (2012 a 2016).

Por Lusa
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