Burberry queimou 30 milhões de euros em roupa e perfumes

Destruição de itens não vendidos tem o objetivo de manter intacto o valor da marca

Burberry logo
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A Burberry queimou 28,6 milhões de libras (cerca de 32,1 milhões de euros) de roupa, acessórios e perfumes não vendidos no ano passado. Trata-se de um aumento de 6% face ao valor dos produtos eliminados em 2016 pela marca de artigos de luxo britânica, escreve a BBC.

Esta é uma prática habitual em marcas consideradas "premium", que optam por fazer desaparecer os artigos não vendidos de forma a evitar que os mesmos sejam vendidos a preços baixos, hipótese que levaria a uma degradação da imagem da marca.  

A Burberry revelou que a energia libertada pela queima dos produtos foi capturada e reservada, pelo que se tratou de um processo amigo do ambiente.

Uma parte importante dos produtos queimados foram perfumes, o que de acordo com a Burberry se ficou a dever a um acordo alcançado em 2017 com a empresa norte-americana Coty. Esse acordo previa que a Coty produzisse novos produtos, o que obrigou a marca britânica a desfazer-se de cerca de 10 milhões de libras (11,23 milhões de euros) de produtos antigos, a maior parte dos quais perfumes.

No fundo esta eliminação de produtos inclui-se numa estratégia de longo prazo adoptada pela Burberry que há já largos anos vem tentando impulsionar a marca para um patamar mais elevado. No âmbito dessa política, a marca tem encerrado lojas em locais considerados não estratégicos.

Autor: Negócios

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