Continua a haver mais mortes que nascimentos, mas diferença baixou em 2019

Em 2018, o saldo natural tinha sido negativo pelo décimo ano seguido

bebe recem nascido nascimento criança
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Portugal continuou a perder população de forma natural (sem ter em conta os fluxos migratórios) em 2019, mas menos do que em 2018, ano que tinha sido "recorde" neste indicador. Os dados foram divulgados esta segunda-feira, 10 de fevereiro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). 

No ano passado, morreram 111.757 portugueses com local de residência em Portugal ou no estrangeiro, o que representa uma queda de 1,1% face a 2018. Os meses em que morreram mais pessoas foram os meses mais frios de inverno como janeiro (12.883) e fevereiro (10.559). 

Por outro lado, nasceram 87 mil bebés portugueses em 2019 em Portugal ou no estrangeiro (tendo em conta o local de residência da mãe), o que representa uma descida de 0,5% face a 2018. O mês em que nasceram mais bebés foi setembro (8.005) ao passo que fevereiro foi o mês em que menos nasceram (6.437).

Assim, Portugal registou um saldo natural (óbitos menos nascimentos) negativo de -25.200 pessoas. Este foi "menor por comparação com o ano anterior em resultado da diminuição do número de óbitos ter sido superior à redução do número de nadosvivos [nascimentos]", refere o INE.

Em 2018, o saldo natural tinha sido negativo pelo décimo ano seguido, atingindo os -26.031, o que representava o valor mais negativo desde que o gabinete de estatísticas agrupa estes dados (2011). O número de 2018 incorpora agora valores atualizados pelo que há diferenças face ao valor anterior (-25.980).

Estes são valores preliminares anuais de nados-vivos e óbitos para 2019, com base em informação registada nas Conservatórias do Registo Civil até final de janeiro de 2020.

Por Negócios
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