Coronavírus: Catarina Martins apela aos portugueses para ficarem em casa na Páscoa

Refere que "evitar a rutura" do Serviço Nacional de Saúde é uma responsabilidade coletiva

• Foto: Lusa

A coordenadora bloquista, Catarina Martins, apelou este sábado aos portugueses para ficarem em casa nesta Páscoa face à pandemia da covid-19 e defendeu que "evitar a rutura" do Serviço Nacional de Saúde é uma responsabilidade coletiva.

"Cada pessoa que adoeça com covid-19 é mais sobrecarga para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e para os profissionais de saúde, que estão a fazer tudo o que podem para cuidar de todos. A responsabilidade de cada um e de cada uma é evitar a rutura do SNS e apoiar os profissionais de saúde. Neste momento, ser solidário é ficar em casa", afirmou.

Numa mensagem em vídeo publicada no Twitter, a deputada bloquista confessou que a chegada da Páscoa é sinónimo de "tantos planos", mas lembrou que estes "vão ter de esperar", deixando ainda um aviso aos mais jovens e aos idosos e doentes crónicos.

"Quem é mais jovem, saudável e pensa que este vírus é só uma gripezita, peço-lhe que pense outra vez. Cada pessoa contagiada contagia mais pessoas e não há sequer provas que este vírus não seja perigoso para quem é mais jovem e saudável", frisou, acrescentando: "E quem é mais velho ou tem outros problemas de saúde e pensa que a decisão do risco só a si lhe diz respeito, peço também que pense duas vezes".

O domingo de Páscoa calha este ano a 12 de abril e, de acordo com o calendário escolar 2019/20, as férias da Páscoa decorrem entre 30 de março e 13 de abril.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 640 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 30.000. Dos casos de infeção, pelo menos 130.600 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 100 mortes, mais 24 do que na véspera (+31,5%), e registaram-se 5.170 casos de infeções confirmadas, mais 902 casos em relação a sexta-feira (+21,1%).

Por Lusa

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