Crédito automóvel recua para mínimo de setembro de 2017

Já no que diz respeito ao consumo continua a subir, embora com taxas mais reduzidas do que no passado

carros automoveis
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Num mês em que as vendas de carros novos aumentaram perto de 10%, os portugueses recorreram menos ao crédito automóvel.

Os dados do Banco de Portugal mostram que o crédito automóvel recuou 2,9% em janeiro, uma tendência pouco habitual neste segmento, que tem vindo a crescer de forma quase consecutiva todos os meses em termos homólogos.

Acresce que o valor concedido em crédito automóvel em janeiro (222 milhões de euros) é o mais reduzido desde setembro de 2017. Um sinal de travagem no recurso dos portugueses ao crédito para compra de automóvel, sendo foram vários os meses do ano passado em que as taxas de crescimento tinham dois dígitos.

Esta redução não se explica com a descida da compra de carros novos, já que em janeiro se registou um aumento 9,4%.

Apesar da queda no segmento automóvel, o crédito ao consumo ainda voltou a crescer no primeiro mês deste ano, embora com taxas mais reduzidas. Verificou-se uma subida homóloga de 0,4% para 566 milhões de euros, quando nos três meses anterior o montante tinha sido sempre acima de 600 milhões de euros.


Em crédito pessoal foram concedidos 248 milhões de euros, mais 1% do que em janeiro de 2018.      

 

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