Diretor da Polícia Judiciária Militar detido em Lisboa

Na origem da detenção do Coronel Luís Augusto Vieira estará o roubo de armas de Tancos. Militares da GNR e "um outro suspeito" também detidos

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A Procuradoria-Geral da República confirmou esta manhã várias detenções relacionadas com o aparecimento das armas roubadas em Tancos. Segundo o Ministério Público, foram detidos "militares da Polícia Judiciária Militar e da Guarda Nacional Republicana e um outro suspeito". Entre os detidos, encontram-se o director da Polícia Judiciária Militar e o comandante da GNR de Loulé.

"Foram também realizadas buscas em vários locais nas zonas da Grande Lisboa, Algarve, Porto e Santarém", detalha a PGR em comunicado. À operação desta manhã foi dado o nome de "Húbris".

As buscas têm em conta "factos susceptíveis de integrarem crimes de associação criminosa, denegação de justiça, prevaricação, falsificação de documentos, tráfico de influência, favorecimento pessoal praticado por funcionário, abuso de poder, receptação, detenção de arma proibida e tráfico de armas", indica o comunicado. "Na operação participaram 5 magistrados do Ministério Público e cerca de uma centena de investigadores e peritos da Polícia Judiciária."

"O inquérito corre termos no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP). O Ministério Público é coadjuvado pela Unidade Nacional Contra Terrorismo (UNCT) da Polícia Judiciária, a qual contou com a colaboração de diversas unidades da PJ, nomeadamente o Laboratório de Polícia Científica. Os detidos serão presentes ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa para aplicação das medidas de coação", acrescenta o comunicado.

Autor: Sábado

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