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Segundo um dos relatos, o líder dos EUA terá abusado de uma jovem há 25 anos, que na altura teria 13 ou 14 anos
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Agentes da polícia federal norte-americana (FBI) entrevistaram uma denunciante que alegou ter informações sobre o Presidente Donald Trump ter abusado sexualmente uma menor, segundo os documentos sobre Jeffrey Epstein recentemente divulgados.
Segundo o tabloide britânico 'The Mirror', o conjunto de documentos inclui o que parecem ser notas resumidas de chamadas feitas para uma linha de denúncias do FBI no ano passado, que se referem repetidamente a Donald Trump.
Algumas das denúncias elencadas no documento foram descartadas por serem consideradas não fidedignas.
Um dos relatos diz: "[Informação omitida] Relatou que uma amiga não identificada foi forçada a praticar sexo oral no presidente Trump há aproximadamente 25 anos em Nova Jersey. A amiga disse a Alexis que tinha aproximadamente 13 ou 14 anos quando isso ocorreu e que supostamente mordeu o presidente Trump enquanto praticava sexo oral. A amiga supostamente foi agredida no rosto depois de ter mordido o presidente Trump. A amiga disse que também foi abusada por Epstein".
Nas notas subsequentes, os polícias não disseram que o relato não era credível, mas escreveram: "Falámos com a pessoa que ligou e identificou [informação omitida] como amiga. A pista foi encaminhada para o gabinete de Washington para realizar uma entrevista".
Não se sabe se a entrevista chegou a acontecer, refere o jornal britânico.
Em comunicado, o Departamento de Justiça norte-americano sublinhou que os ficheiros podem "incluir imagens, documentos ou vídeos falsos ou submetidos de forma fraudulenta, dado que tudo o que foi enviado ao FBI pelo público foi incluído na produção que cumpre a Lei".
"Alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o Presidente Trump que foram submetidas ao FBI pouco antes da eleição de 2020. Para sermos claros, as alegações são infundadas e falsas e, se tivessem um mínimo de credibilidade, certamente já teriam sido usadas como arma contra o Presidente Trump", pode ler-se.
Nos documentos do caso Epstein divulgados em dezembro pelo Departamento de Justiça, constava um depoimento, registado pelo FBI, sobre uma mulher que alegava ter sido violada por Donald Trump, segundo o relato de um motorista de limusinas na região de Dallas, que afirma ter levado Trump para o Aeroporto de Fort Worth (Texas) em 1995, durante a viagem este disse coisas "muito perturbadoras", tanto que quase o tirou do carro "para o agredir".
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O Departamento de Justiça tinha anunciado hoje que ia divulgar três milhões de documentos sobre Jeffrey Epstein, após documentos anteriores terem confirmado proximidade entre o criminoso sexual e Donald Trump.
O vice-procurador-geral, Todd Blanche, especificou que se trata de mais de 2.000 vídeos e 180.000 imagens, em grande parte "pornografia".
Dados anteriormente divulgados lançaram luz sobretudo sobre a enorme rede do abastado consultor financeiro nova-iorquino, que morreu numa prisão de Nova Iorque em 2019, antes de ser julgado por ter montado e dirigido um esquema de exploração sexual de raparigas menores.
De resto, a informação publicada levantou mais questões do que forneceu respostas, por exemplo, sobre a existência de possíveis cúmplices de Jeffrey Epstein.
Congressistas republicanos e democratas uniram forças para pressionar à divulgação deste enorme acervo de fotos, vídeos e documentos escritos (e-mails, depoimentos de testemunhas, etc.), contra a vontade do Presidente norte-americano.
A relutância de Donald Trump indignou alguns dos seus apoiantes, que veem o caso Epstein - terreno fértil para todo o tipo de teorias da conspiração - como confirmação das suas suspeitas sobre a depravação das elites.
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