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A reunião, esta terça-feira, de coordenação entre países foi a primeira organizada entre as autoridades judiciais de 10 países no caso Football Leaks.
A Eurojust, o órgão da União Europeia que se destina à luta contra a criminalidade organizada, reuniu esta terça-feira em Haia para discutir as investigações em curso às suspeitas de fraude fiscal e lavagem de dinheiro motivadas pelo Football Leaks.
A reunião de coordenação entre países desta terça-feira foi a primeira organizada entre as autoridades judiciais de 10 países no caso Football Leaks. O objetivo passou pela divulgação de dados acerca dos avanços na investigação francesa e discutir a partilha de informações.
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Em França 12 milhões de ficheiros foram alvo de uma primeira análise, para determinar o que é útil à investigação. "Hoje vamos dar-vos um resumo do caso Football Leaks e explicar como trabalhamos juntos para coordenar a investigação", afirmou Frédéric Baab, representante de França no Eurojust.
O representante de Portugal junto da Eurojust, António Cluny, participou na conferência de imprensa a seguir à reunião.
Rui Pinto, o alegado hacker do Benfica, revelou em entrevista ser "John", o denunciante que revelou 70 milhões de documentos do Football Leaks. Pinto foi detido em Budapeste no dia 16 de janeiro devido a um mandado europeu e está indiciado por crimes de violação de segredos, extorsão qualificada na forma tentada, acesso ilegítimo e ofensa a pessoa coletiva.
A Sábado revelou que em 2013, o jovem desviou 264 mil euros do Caledonian Bank, nas ilhas Caimão. Numa recente entrevista, Rui Pinto garantiu não ter ficado com o dinheiro, mas documentos da investigação revelam que pagou despesas, fez transferências e até entregou 16 mil euros ao advogado Aníbal Pinto. Recentemente, o tribunal húngaro decidiu que Pinto se manteria em prisão domiciliária.
A Eurojust recorda que "em dezembro de 2016, após a publicação pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação de vários artigos nos media acerca dos negócios no futebol baseados em documentos obtidos por uma terceira via, o Ministério Público francês abriu uma investigação criminal a lavagem de dinheiro e fraude fiscal agravada cometidas por um grupo de crime organizado. Em novembro de 2018, foi publicada uma segunda série de artigos na imprensa, revelando novos crimes também objeto de investigação criminal."
Autor: Sábado
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