Funcionária em teletrabalho obrigada a reembolsar empregador por "roubo de tempo"
Karlee Besse era contabilista e acusou a empresa de despedimento sem justa causa, mas foi surpreendida pelos dados recolhidos por um software instalado no computador
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Uma mulher canadiana foi condenada por um tribunal civil a compensar o seu ex-empregador por "roubo de tempo", depois de ter ficado provado que não estava sempre a trabalhar por um software de rastreamento, escreve a Sábado.
Karlee Besse era contabilista e trabalhava remotamente na província canadiana de Colúmbia Britânica. Quando foi afastada, processou a Reach CPA por considerar ser vítima de despedimento sem justa causa e pediu uma indemnização de cinco mil dólares canadianos, o equivalente a 3.447 euros.