Gasóleo sobe 1 cêntimo e gasolina aumenta 1,5 na próxima semana

De acordo com os cálculos do Negócios

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A partir da próxima segunda-feira, 10 de abril, os preços da gasolina e do gasóleo vão subir, revelou fonte do setor ao Negócios. A gasolina 95 aumenta 1,5 cêntimos, enquanto o gasóleo vai custar mais 1 cêntimo.

Tendo em conta os valores médios praticados nas bombas de combustível à segunda-feira, divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), quem for abastecer deverá pagar 1,504 euros por litro de gasóleo simples e 1,708 euros por litro de gasolina simples 95.

O Governo manteve as medidas de mitigação da subida dos preços dos combustíveis até 17 de abril, com uma redução da carga fiscal igual à de março, equivalente a 34 cêntimos por litro de gasóleo e de gasolina.

A revisão dos valores das taxas do imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) foi publicada na segunda-feira em portaria do Governo e reflete a compensação por via de redução do ISP da receita adicional do IVA (equivalente a uma descida da taxa de 23% para 13%), decorrente de variações dos preços dos combustíveis, juntando-se à manutenção da suspensão da atualização da taxa de carbono.

Desde o início da semana, o West Texas Intermediate (WTI)– negociado em Nova Iorque – valorizou quase 6%, estando a negociar no patamar dos 80 dólares. Já o Brent do Mar do Norte – referência para as importações europeias - acumula um ganho semanal de mais de 6%, estando a cotar-se perto da fasquia dos 85 dólares.



Tendo em conta os valores médios praticados nas bombas de combustível à segunda-feira, divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), quem for abastecer deverá pagar 1,504 euros por litro de gasóleo simples e 1,708 euros por litro de gasolina simples 95.
O Governo manteve as medidas de mitigação da subida dos preços dos combustíveis até 17 de abril, com uma redução da carga fiscal igual à de março, equivalente a 34 cêntimos por litro de gasóleo e de gasolina.
A revisão dos valores das taxas do imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) foi publicada na segunda-feira em portaria do Governo e reflete a compensação por via de redução do ISP da receita adicional do IVA (equivalente a uma descida da taxa de 23% para 13%), decorrente de variações dos preços dos combustíveis, juntando-se à manutenção da suspensão da atualização da taxa de carbono.
Desde o início da semana, o West Texas Intermediate (WTI)– negociado em Nova Iorque – valorizou quase 6%, estando a negociar no patamar dos 80 dólares. Já o Brent do Mar do Norte – referência para as importações europeias - acumula um ganho semanal de mais de 6%, estando a cotar-se perto da fasquia dos 85 dólares.

Tendo em conta os valores médios praticados nas bombas de combustível à segunda-feira, divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), quem for abastecer deverá pagar 1,504 euros por litro de gasóleo simples e 1,708 euros por litro de gasolina simples 95.

O Governo manteve as medidas de mitigação da subida dos preços dos combustíveis até 17 de abril, com uma redução da carga fiscal igual à de março, equivalente a 34 cêntimos por litro de gasóleo e de gasolina.

A revisão dos valores das taxas do imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) foi publicada na segunda-feira em portaria do Governo e reflete a compensação por via de redução do ISP da receita adicional do IVA (equivalente a uma descida da taxa de 23% para 13%), decorrente de variações dos preços dos combustíveis, juntando-se à manutenção da suspensão da atualização da taxa de carbono.

Desde o início da semana, o West Texas Intermediate (WTI)– negociado em Nova Iorque – valorizou quase 6%, estando a negociar no patamar dos 80 dólares. Já o Brent do Mar do Norte – referência para as importações europeias - acumula um ganho semanal de mais de 6%, estando a cotar-se perto da fasquia dos 85 dólares.

O petróleo já cresceu 25% desde meados de março, depois de na altura ter caído para mínimos de 15 meses, devido à turbulência no setor bancário tanto na Europa como nos EUA. Entretanto a decisão da OPEP+ aliada à notícia da queda dos stocks de crude nos EUA intensificou a tendência positiva das últimas semanas.

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