Governo espera uma época mais "tranquila e competitiva"

Secretário de Estado do Desporto marcou presença no sorteio das Ligas

• Foto: Pedro Ferreira

O secretário de Estado do Desporto, João Paulo Rebelo, disse nesta sexta-feira, esperar uma época mais "tranquila e competitiva".

Em declarações aos jornalistas, em Coimbra, à margem dos sorteios da época 2018/2019 da 1ª e 2ª liga, João Paulo Rebelo aludiu à participação da seleção portuguesa no Mundial'2018, alegando que Portugal tem motivos para ter "orgulho" no futebol que pratica e pediu que os clubes, dirigentes, jogadores e agentes desportivos saibam todos estar à altura da responsabilidade do nosso país ter um futebol "respeitado" e "reconhecido" a nível internacional.

Por outro lado, o secretário de Estado reafirmou que o fenómeno da violência "nada tem a ver com desporto".

"Temos todos, absolutamente todos, de estar empenhados na erradicação desse fenómeno no nosso futebol em particular e do desporto em geral", enfatizou.

Quanto a medidas concretas, recordou a intenção do Governo em criar uma autoridade nacional para o combate à violência no desporto, anunciada em maio pelo primeiro-ministro António Costa e em promover alterações ao quadro legal em vigor, mudanças essas que se encontram "em processo legislativo", disse.

"Isto não se faz só com leis, faz-se com o empenho de todos", avisou João Paulo Rebelo, defendendo que na questão da violência "todos", incluindo a comunicação social, têm de dar o seu contributo para a sua erradicação.

João Paulo Rebelo lembrou também a revisão da chamada Lei dos Treinadores e, aludindo aos Jogos Europeus Universitários, que começam em Coimbra, a 15 de julho, considerou-o o evento multidesportivo mais importante alguma vez realizado em Portugal e anunciou a criação do Estatuto do Estudante-Atleta, apresentado quinta-feira no Conselho Nacional do Desporto.

Na sua intervenção João Paulo Rebelo cumprimentou a direção da Liga, instituição que celebra 40 anos de existência, referindo que "tem feito um caminho para a afirmação do futebol profissional" e um trabalho "muito empenhado na sustentabilidade financeira da própria Liga", que estendeu aos clubes.

Por Lusa
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