Haddad, o possível substituto de Lula, acusado de corrupção

Eleições presidenciais brasileiras agendadas para 7 de outubro

• Foto: EPA

Fernando Haddad, indicado como possível substituto de Lula da Silva como candidato do PT nas eleições presidenciais brasileiras, foi acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha pelo Ministério Público de São Paulo.

Os procuradores brasileiros fizeram o anúncio sobre o também candidato à vice-presidência do Brasil através de um comunicado escrito. A acusação apoia-se em pagamentos de dívidas no valor de 2,6 milhões de reais (541 mil euros) relacionadas com a campanha de Haddad para a Prefeitura de São Paulo, em 2012, feitos por uma construtora (a UTC Engenharia) no ano seguinte. Depois de a candidatura de Lula da Silva ter sido impedida pelo Tribunal Superior Eleitoral, Haddad era visto como o possível substituto. 

Contudo, o PT já fez saber que iria recorrer junto do Comité de Direitos Humanos das Nações Unidas para tentar possibilitar a candidatura. 

O Ministério Público alega que Haddad recebeu 2,6 milhões de reais com base numa delação de Ricardo Pessoa.

Em sua defesa, o candidato a vice-presidente do Brasil nega as acusações e destaca que no segundo mês de mandato, manifestou-se contra a obra de maior interesse da construtora de Ricardo Pessoa em São Paulo: o túnel na avenida Roberto Marinho.

As eleições presidenciais brasileiras são no dia 7 de outubro de 2018.

Autor: Sábado

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