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Exército israelita disse ter atacado “centenas de alvos militares iranianos, incluindo lançadores de mísseis” na região ocidental do Irão.
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Uma fonte de segurança israelita anunciou este sábado que os ataques contra o Irão vão continuar “durante o tempo que for necessário”, após o início de uma operação com os Estados Unidos contra alvos militares iranianos (siga aqui tudo sobre os ataques, ao minuto).
“Vamos agora prosseguir com as nossas operações, durante o tempo que for necessário”, declarou a fonte israelita, que falou aos jornalistas sob a condição de não ser identificada, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
A mesma fonte acrescentou que a operação em curso visa “garantir que o regime iraniano não possa mais comprometer a estabilidade da região e a estabilidade internacional no sentido lato”.
O exército israelita disse ter atacado “centenas de alvos militares iranianos, incluindo lançadores de mísseis” na região ocidental do Irão, após o início da operação conduzida em coordenação com os Estados Unidos contra a República Islâmica.
“Paralelamente aos ataques aéreos no Irão, o sistema de defesa antiaérea identifica e interceta atualmente as ameaças lançadas a partir do Irão em direção ao Estado de Israel”, acrescentou o exército, segundo a AFP.
Ao anunciar a operação, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que tinha como alvo a “ameaça existencial que representa o regime terrorista no Irão”.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também disse que a operação visava “eliminar ameaças iminentes” do Irão e que a hora da liberdade estava ao alcance dos iranianos.
“Aos membros da Guarda Revolucionária Islâmica, às forças armadas e a toda a polícia, digo hoje que devem depor as armas e ter imunidade total ou, caso contrário, enfrentar uma morte certa”, acrescentou Trump, numa declaração partir da residência em Palm Beach, na Florida.
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