João Araújo deixou de ser advogado de Sócrates por divergências estratégicas

João Araújo defendia um caminho diferente daquele que José Sócrates achava ser o mais correcto, tendo decidido não fazer cedência

• Foto: João Miguel Rodrigues

O advogado João Araújo, que  defendeu José Sócrates no âmbito da Operação Marquês até Fevereiro, diz que deixou a defesa do antigo primeiro-ministro por divergências quanto à estratégia a seguir.

Ao semanário Sol, o jurista nega que fora despedido por Sócrates. "Só se despede as pessoas que estão ao serviço, o que não era o meu caso, não sou despedível", explicou. 

Contudo, João Araújo defendia um caminho diferente daquele que José Sócrates achava ser o mais correcto, tendo decidido não fazer cedências: "Se entendo que um caminho é o devido, qualquer outro é indevido."

Tal como noticiou a SÁBADO,
 o advogado João Araújo, que há cinco anos representa José Sócrates no processo da Operação Marquês, terá abandonado a defesa do antigo primeiro-ministro. Os últimos requerimentos e recursos apresentados em nome do antigo governante foram apenas assinados pelo advogado Pedro Delille.

Autor: A.R.M./Sábado


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