Condutor que matou irmã de Yannick Djaló condenado a 16 anos de prisão

Jogador vai receber uma indemnização que ronda os 80 mil euros pela morte da jovem

Açucena Patrícia Tchuda  tinha 17 anos e estava a divertir-se com amigos quando morreu colhida por um carro
Açucena Patrícia tinha 17 anos e foi morta a 15 de setembro de 2018 numa noite das festas da Moita. Não conhecia o homicida
Açucena, Yannick Djaló, Açu
Abel Fragoso quis vingar-se de humilhação em bar durante as festas da Moita de 2018. Acabou por atingir seis pessoas com o carro dos pais
Açucena Patrícia Tchuda  tinha 17 anos e estava a divertir-se com amigos quando morreu colhida por um carro
Açucena Patrícia tinha 17 anos e foi morta a 15 de setembro de 2018 numa noite das festas da Moita. Não conhecia o homicida
Açucena, Yannick Djaló, Açu
Abel Fragoso quis vingar-se de humilhação em bar durante as festas da Moita de 2018. Acabou por atingir seis pessoas com o carro dos pais
Açucena Patrícia Tchuda  tinha 17 anos e estava a divertir-se com amigos quando morreu colhida por um carro
Açucena Patrícia tinha 17 anos e foi morta a 15 de setembro de 2018 numa noite das festas da Moita. Não conhecia o homicida
Açucena, Yannick Djaló, Açu
Abel Fragoso quis vingar-se de humilhação em bar durante as festas da Moita de 2018. Acabou por atingir seis pessoas com o carro dos pais

O condutor acusado do atropelamento mortal de Açucena Patrícia, irmã mais nova de Yannick Djaló, nas Festas da Moita, em setembro de 2018, foi condenado a 16 anos de prisão, esta terça-feira. O jogador de futebol vai ainda receber uma indemnização que ronda os 80 mil euros, pela morte da jovem.

Nas alegações finais do julgamento, em novembro, a procuradora do Ministério Público (MP) Fernanda Matias defendeu que o arguido, Abel Fragoso, fosse condenado a 12 anos de prisão por homicídio simples e 11 homicídios na forma simples tentada (tentativas de homicídio), além de uma pena acessória de inibição de conduzir por três anos.

O caso remonta a 15 de setembro de 2018, quando Abel Fragoso embateu num grupo de seis pessoas numa rua fechada ao trânsito, nas Festas da Nossa Senhora da Boa Viagem, na Moita (Setúbal), tendo provocado a morte de Açucena Patrícia e ferimentos em outras cinco pessoas, que receberam tratamento hospitalar.

O julgamento iniciou-se em 14 de outubro e ficou marcado pela apresentação de "três versões" por parte do arguido, apesar de o MP ter considerado que a declaração dada em primeiro interrogatório foi a que teve "mais credibilidade" porque foi a "mais espontânea e sem interferência de terceiros".

No primeiro interrogatório judicial, o arguido tinha admitido que perdeu a cabeça depois de ter sido "agredido muitas vezes", mas mudou esta versão na primeira sessão do julgamento, afirmando que o incidente se deveu à "falta de experiência", porque só tinha carta há dois meses.

No entanto, segundo o MP, os testemunhos das vítimas neste incidente comprovaram os factos da acusação, nomeadamente "o percurso feito pelo veículo" na rua fechada ao trânsito e que, momentos antes, Abel Fragoso tinha estado envolvido numa briga no local do atropelamento, na Travessa do Açougue.

A defesa do arguido tinha apontado que a existência de areia no pavimento, devido às largadas de touros, poderia ter causado a perda de controlo da viatura, contudo, a procuradora sublinhou que "não consta qualquer referência sobre a existência de areia no pavimento".

Por Correio da Manhã
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