Levar o cavalo à curandeira ou procurar travestis: as desculpas de quem fura a quarentena

Jornal 'Olé' fez uma recolha das justificações mais insólitas por parte dos argentinos

A maior parte dos países do Mundo recomenda por estes dias o isolamento social, com vista a minimizar a propagação do coronavírus, mas há sempre quem não respeite as regras e queira dar uma voltinha.

Na Argentina, desde a meia-noite do dia 20 de março que vigora a quarentena obrigatória, mas também ali há quem não entenda os riscos que corre ao sair de casa. O jornal 'Olé' publica esta sexta-feira algumas das mais insólitas desculpas que estas pessoas dão à polícia quando são apanhadas na rua...

Na semana passada as autoridades interpelaram um homem que andava na rua, com o telemóvel em punho. Tratava-se de um cidadão chinês, de 28 anos, que disse estar a caçar Pokemons. Acabou detido.

Melhor desculpa inventou um runner. Disse que tinha saído para uma corridinha porque estava com a glicose muito alta e que precisava de fazer exercício para a baixar. Como os agentes não conseguiram comprovar se a desculpa era ou não verdadeira, mandaram-no para casa.

Já uma mulher checa e um homem búlgaro foram apanhados a acampar, como se nada se passasse. Disseram não fazer ideia que o vírus já tinha chegado à Argentina e agora estão em quarentena.

Mas há também quem simplesmente diga a verdade. A polícia deteve um homem que caminhava na rua e que foi sincero. "Estou aborrecido. A quarentena aborrece-me, preciso de andar..." Mas não conseguiu convencer as autoridades.

Melhor foi um automobilista que viajava com duas pranchas de surf no tejadilho do carro. Disse que ia ver a mãe a Mar del Plata, mas depois soube-se que a mãe do indivíduo afinal nem morava naquela região costeira.

E que dizer do indivíduo de 48 anos que foi intercetado quando viajava de carro "à procura de travestis"? Disse que precisava de satisfazer o seu "desejo sexual" e acabou detido.

Insólita foi também a desculpa que arranjou um homem, de 66 anos, que conduzia uma camioneta onde transportava um cavalo. Contou que ia levar o animal a uma curandeira, pois o equídeo estava deprimido. Foi também preso.

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