Lucro do BCP dispara 67,5% para 150,6 milhões de euros

Banco liderado por Miguel Maya fechou o primeiro semestre com um resultado líquido de 150,6 milhões de euros

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Os primeiros seis meses do ano do BCP renderam um lucro de 150,6 milhões de euros. No primeiro semestre de 2017, o banco então liderado por Nuno Amado tinha registado um lucro de 89,9 milhões de euros.

 

Os números divulgados pelo banco, agora já sob o comando de Miguel Maya, ficaram acima  dos 144 milhões de lucros que eram esperados pela unidade de investimento do BPI/Caixabank.

"Na actividade em Portugal, o resultado líquido foi significativamente superior aos 1,6 milhões de euros registados no primeiro semestre de 2017, atingindo 59,0 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2018, merecendo particular destaque a diminuição expressiva das imparidades e das provisões", assinala o comunicado à CMVM.

  

Margem cresce 1,3%

 

A margem financeira do banco (base do negócio bancário, que significa a diferença entre juros cobrados em créditos e juros pagos em depósitos) cresceu 1,3% para se situar nos 687,7 milhões de euros. Em Portugal, houve uma quebra da margem, na ordem dos 1,4%, em termos homólogos.

 

As comissões cobradas aos clientes avançaram 3% para 340,2 milhões de euros.

 

A soma destas duas rubricas, que representam os proveitos "core", continua a superar os mil milhões de euros. Nos outros proveitos, houve uma descida de 27,7% para 28,9 milhões, que o banco justifica com as contribuições obrigatórias para os fundos de resolução existentes.

 

Também os custos aumentaram 11,2% para 500,8 milhões de euros, sendo que o banco refere que este número inclui os 7,5 milhões de euros de custos pela reposição salarial (face aos cortes que vigoraram entre 2014 e 2017).

 

Contudo, a rubrica que efectivamente pesou nos resultados consolidados foi a das imparidades e provisões. Em vez dos 415,3 milhões que tinham tirado às contas entre Janeiro e Junho de 2017, passou-se para 279,8 milhões.

 

"Reflecte o caminho de normalização do banco", explicou Miguel Maya na conferência de imprensa de resultados, a primeira em que ocupou o lugar de Nuno Amado nas explicações das contas.

Corte de NPE de 24%

 

Entre Junho de 2017 e Junho deste ano, o BCP conseguiu baixar o peso das exposições não produtivas (que incluem o crédito malparado) em 2,1 mil milhões de euros, ou 24%, para 6.665 milhões. A cobertura destas exposições por imparidades ascende a 50%.

 

Os recursos de clientes somaram 5,9% para 72,5 mil milhões de euros em Junho, face ao homólogo, sobretudo devido aos depósitos à ordem.

 

O crédito a clientes bruto decresceu 2,4% para 50,5 mil milhões de euros, com quebras nos empréstimos à habitação e também a empresas.

 

Em termos de capital, o rácio de capital CET1, o que mede o peso dos melhores fundos, fixou-se em 11,7%, mais do que os 11,3% há um ano.



 

(notícia em actualização) 

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