Maior banco do mundo financia Mário Ferreira com 165 milhões

Para a expansão da sua frota de navios de cruzeiros oceânicos

O empresário Mário Ferreira, que vai assinar esta terça-feira, 13 de Novembro, nos estaleiros navais de Viana do Castelo, um contrato para a construção de mais dois navios oceânicos, fechou um acordo de financiamento superior a 165 milhões de euros com o ICBC Leasing (Banco Industrial e Comercial da China), com obrigação de recompra a 12 anos, que visa acelerar o processo de construção e expansão da sua frota oceânica.

O acordo de financiamento foi fechado pela Mystic Cruises, que integra a "holding" Mystic Invest, de Mário ferreira, após um "roadshow" na China para a captação de fundos.

 "Há cerca de oito meses encetámos um ‘roadshow’ entre Pequim, Shangai e Hong-Kong em que contactámos com uma dúzia de bancos e entidades chinesas interessadas em financiar o nosso projceto. O interesse do ICBC, que é o maior banco mundial, e a proposta que nos apresentaram, adequaram-se ao que pretendemos, o que nos permite, juntamente com o investimento de capitais próprios, acelerar o processo de desenvolvimento da frota oceânica", afirma Mário Ferreira, em comunicado.

A Caixa Geral de Depósitos, o Montepio e o Banco Carregosa vão assegurar o financiamento durante o período de construção, porquanto "o financiamento só será materializado aquando da conclusão da construção dos navios", explica o empresário.

Assegurado o respaldo financeiro, Mário Ferreira adjudicou a construção de dois navios oceânicos (o World Voyager e o World Navigator) à West Sea, participada da Martifer e subconcessionária dos estaleiros navais de Viana, que está a concluir a construção do World Explorer, o primeiro da frota oceânica da Mystic Invest.

O investimento total neste trio oceânico ultrapassa os 210 milhões de euros, sendo que para a West Sea deverá gerar uma facturação da ordem dos 160 milhões de euros - 41 milhões pela construção do World Explorer e 118 milhões à boleia do novo contrato para mais dois, o primeiro dos quais deverá entrar em obra ainda este mês e o outro dentro de seis meses.

Autor: Negócios

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