Mau tempo: Comboios suspensos em vários troços de linhas do Norte até Évora

Muitos problemas para este domingo

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Mau tempo causa interrupções nas linhas do Norte até Évora
Mau tempo causa interrupções nas linhas do Norte até Évora • Foto: LUSA

A circulação ferroviária está com a circulação condicionada nas linhas Norte, Douro, Oeste, Beira Baixa, Cascais e Vendas Novas, devido ao mau tempo que assola o país há mais de uma semana, alertou a Infraestruturas de Portugal.

Numa informação publicada na sua página de Internet às 8:00, a empresa Infraestruturas de Portugal (IP) avisa que, na linha do Norte, a circulação está suspensa entre Alfarelos e Coimbra B, enquanto a linha do Douro está fechada entre a Régua e o Pocinho.

No Oeste, os comboios não estão a circular entre Mafra e Amieira, e na Beira Baixa não fazem a ligação entre Mouriscas e Sarnadas.

Na região da Grande Lisboa, há condicionamentos na linha de Cascais, que está fechada na via ascendente entre Algés e Caxias, e na concordância de Xabregas, que tem a circulação suspensa entre Lisboa Santa Apolónia e Bifurcação Chelas.

Na linha de Vendas Novas (Évora), não se está a realizar a circulação entre Lavre e Canha.

A IP avisa que os condicionamentos na circulação ferroviária registados em linhas da rede nacional se devem às "condições meteorológicas adversas da última semana, com impacto na infraestrutura devido a inundações, à queda de árvores e detritos".

"Estas ocorrências estão a afetar a normal exploração ferroviária em vários troços, exigindo intervenções técnicas das equipas no terreno para a reposição das condições de segurança e da regularidade do serviço", acrescenta.

Catorze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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